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outubro 21, 2006
(IN)CONJUGALIDES
(IN)CONJUGALIDADE I

Greg Horn
- Não está na altura de mudares o óleo ao carro?
- Está.
- E da revisão?
- Também.
- Tens visto a pressão dos pneus? És tão distraída...
- Sou nada!
- Sabes que sim.
- Vê lá se não escolhi um homem atento...
(IN)CONJUGALIDADE II

John Kacere
- Ressono?
- Não.
- Mexo-me muito?
- Nada!
- Sou desarrumada?
- Nada.
- É o que eu pensava!
- O quê?
- Desapaixonámo-nos.
- Como assim?
- No início fazíamos perguntas ociosas?
Publicado por Teresa C. às outubro 21, 2006 12:42 PM
Comentários
A mente. A mente deve ser como o desejo, inquieta, ou seja não se acomodar.
;)
Lembro-me de um filme, que não é meio-estúpido, é parvo por inteiro, porém havia um cromo qualquer a certa altura que dizia, o inferno é repetição.
O tipo andou a ver algum filme do Chaplin e ficou apanhado. Todavia, a rotina e o acomodar às coisas, a meu ver, destrói por completo, uma relação.
Publicado por: Sandro Franco às outubro 28, 2006 11:10 PM
Sábias reflexões, Sandro.
Publicado por: Tati às outubro 29, 2006 10:14 PM