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junho 17, 2007
LUISINHA

Autor que não foi possível identificar
Está breve a chegada aos quarenta anos. Dois filhos, a Catarina e o Afonso, um marido lindo de ver, poder económico, bando de irmãos e sobrinhos formando um sólido núcleo familiar. Viaja, do ténis e do ski faz desportos de eleição que os quatro partilham. No final de semana, vivendo ali pràs bandas do Parque das Nações, é ver o casal e os pequenos montados em bicicletas gozando do Tejo a vista e o ar. Ela retrata a mulher bem sucedida na vida e na profissão.
A estatura média e o corpo esguio aproveita-os para visual descontraído, com bom gosto, a juventude exaltada pela agilidade dos gestos, qual Julia Roberts nos melhores momentos da vida e no cinema. Pragmática, faz das ciências exactas o mundo lógico e profissional. Também neste particular fiável, e reconhecida por méritos inquestionáveis. Evita cabeleireiros, manicuras, ornamentos ociosos; o rosto de linha puras apresenta-o lavado. O dourado sazonal da pele é produto das práticas desportivas e do mar. Por tudo distanciada das que o mesmo conquistam pelos cremes bronzeadores ou imobilidade paga ao minuto nos solários.
Negando o glamour e os artifícios, são a inteligência, o humor, a vigorosa saúde física e mental exalada que encanta ao primeiro olhar. O que faz da Luisinha uma mulher especial, para lá da amizade que nos une? O que escasseia no conturbado presente – um modo de estar na vida equilibrado, são e atento ao essencial.
Publicado por Teresa C. às junho 17, 2007 11:55 AM
Comentários
Ainda há gente "quase" perfeita...! Pena é que, o retarato agora tirado, daqui a uns anitos [poucos], pelo menos no que ao físico diz respeito, será apenas um retrato. Será isso o mais importante?!...
Publicado por: Viajante às junho 17, 2007 12:28 PM
O que de melhor se pode encontrar nas pessoas, as pessoas atentas ao essencial da vida. é uma boa sensção saber de gente assim, e de como nos tornamos melhores para nós próprios, para oos outros, e para por exemplo um problema, infelizmente tão em voga,o meio ambiente.
Estes textos têm sempre o sabor do início de uma bela conversa.
Publicado por: Sandro Franco às junho 18, 2007 12:37 AM
Viajante - Não é o mais importante porque o ouro raramente se expõe. Tempos a fio permanece intacto e mais alta a cotação no mercado.
Sandro Franco - Sabe, é precisamente essa a minha (pretensiosa?)ideia: inaugurar o dia com um mote para amena cavaqueira.
Publicado por: Tati às junho 18, 2007 03:56 PM