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setembro 26, 2007
DE SÃO TOMÁS AO “FOSGA-SE!”


Emily Zasada / Pat Leary /Paul S. Brown
Já São Tomás de Aquino escrevia que “brincar é necessário para levar uma vida humana”. Defendo o mesmo: genuíno gargalhar repõe no espírito energia que o corpo agradece – é dado como provado que o riso liberta uma hormona, endorfina, que para o cérebro importa sensação de bem-estar, alivia dores e tensões. Uma boa piada, ou os factos encarar com bonomia e humor, são melhor remédio que pílulas a granel. Porém, o que faz grasnar de alegria um sujeito ou um povo não garante que outro almeje o mesmo. Os ingleses pelam-se por trocadilhos, os franceses e alemães pelo nonsense, os stars and strips preferem assuntos locais. Seja qual for a língua ou a herança cultural, deve o gracejo brincar com o efeito surpresa para a universalidade do linguajar do riso acontecer.
Por cá, o velho e autêntico vernáculo, condimentado pela gíria, está para as anedotas, como a batata para a sopa. Se de legumes melhor - grelos, ervilhas, nabos, ***alhos, tomates e pepinos servidos por curto e eficaz enredo, levam a lágrimas galhofeiras muitos portugueses. Noutra vertente, explosão de génio servida por um vigoroso “porra!” dizem fornecer maior alívio do que um “fosga-se!” desenxabido. O Millôr Fernandes jura que “o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de foda-se! que diz.” Pergunta se existe algo mais libertário do que o referido conceito para, de seguida, justificar: “O foda-se! aumenta a minha auto-estima, torna-me uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Liberta-me. "Não quer sair comigo?! - então, foda-se!" "Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então, foda-se!" Conclui que o direito ao termo devia estar consagrado na Constituição.
Sobre a mais divulgada medida de quantidade no presente português, botei por aqui discurso a 2 de Março (Do Mastro Ao Car(v)alho). O Millôr, mais corajoso e dotado de graça que eu, vai mais longe – "Comó caralho! Que expressão traduz melhor a ideia de muita quantidade? Comó caralho tende para o infinito, é quase uma expressão matemática.” Um outra expressão veemente e igualmente clássica é “Puta que pariu”. Tem uma sonoridade que o correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!" cadenciado não alcança. Perante um desmando institucional ou privado, um "puta-que-o-pariu!" bravo e forte põe nos eixos a emoção.
Nota – E pensar eu que não me atrevo além do “puxa!”, do “caraças!”, ou d’une merde ocasional!...
CAFÉ DA MANHÃ
A não perder o livro do João Magueijo – “Mais Rápido que a Luz” – editado pela Gradiva. Biografa o quotidiano dos fazedores de ciência e caustica os burocratas da ciência. E que importa se ao defender ser variável a velocidade da luz, “é Einstein ou Magueijo quem tem razão: este livro é acerca das ideias e do seu lugar no mundo. É acerca de como os cientistas trabalham em conjunto e acerca do que os separa. É acerca do quanto é preciso lutar para que as nossas ideias sejam aceites. No fundo, Mais Rápido Que a Luz é a biografia de uma especulação científica.”
Obrigada, querida Luna, pelo teu beijinho de parabéns.
Publicado por Teresa C. às setembro 26, 2007 06:38 AM
Comentários
Foda-se! Este texto é excepcional comó caralho! E quem não gostou, puta que pariu!
Vítor
Publicado por: Minderico às setembro 26, 2007 07:22 AM
Oh amigo vitor, contenha-se, então? A descarregar o stress pela manhã? :) Pois, cara Teresa, o texto de Milor Fernandes sobre o "foda-se" é supremo. Tenho um amigo que, quando me sente chateada diz-me: "é melhor desligares o foda-se"! Parabéns por mais um texto fantástico. A menina escreve bem como o c.....!
Publicado por: Ela às setembro 26, 2007 08:40 AM
antes de ler a segunda parte, deixe que não perca o estado de magia oura em que me encontro que, sabe, confesso-o, mal vi aquela "fruta" toda parti para aleitura como outra, mas isso ´~ao pequenezes da minha cabeça, qque depois da leitura, Teresa, percebi finalmente e o tanto que tenho gastado...adiante...que a minha solução está neste gargalhar destemperado, dizem os que não olham nos olhos o tomate, nem entendem como é vistoiso, hilariante, aquele distorcer-se do pimento sobre a brasa: um quase orgasmo, entendo.
PS nunca mais gasto dinheiro em bruxas, mesinhas e psiquiatras: vou rindo, rindo muito e vou andando
NOTA n revisto :)
Publicado por: mcorreia às setembro 26, 2007 08:57 AM
se lia não mandava, mas ..porra! como eu escrevo!
pura e não oura
não em lugar daquela confusão ´~ao
vistoso em vez de vistoiso
e claro, não revi e assim esqueci-me que uma das mesinhas que antes empregava às escondidas, vai ver agora a luz dia: o apetecido, encorajante, retemperador de energias de um susto grande, o foda-se! que o pitaqueopariu eu deixo sempre para AQUELE momento...
Publicado por: mcorreia às setembro 26, 2007 09:03 AM
Não há fórmula mais antistressante que o uso do português vernáculo. Não faço como os habitantes da Invicta que usam e abusam deste linguajar, retirando-lhe o valor energético que ele contém. Utilizo-o comedidamente. Mas que funciona de forma muito mais rápida e eficaz e com menores efeitos secundários que o Victan, disso não tenho dúvidas...
"Mais rápido que a luz" é mesmo uma especulação, tal como pura especulação começou por ser a fórmula de Einstein, como conjectura foi durante mais de 300 anos o segundo teorema de Fermat. Mas são as especulações e/ou as conjecturas que conseguem pôr a nossa cabecinha à procura dos segredos bem guardados no "Livro do SF" (segundo Paul Erdös).
Publicado por: j às setembro 26, 2007 10:29 AM
Quando temos entre 4 e 5 anos somos, ou erámos, totalmente inocentes. Comigo não foi diferente, ou quase. Nossa familia havia recém comprado um televisor. Se é que podemos definir aquele "guarda-roupas" como televisor. Era uma peça enorme, ocupando um lugar de destaque na sala grande. Abria-se com duas portas laterais, o televisor na parte de cima e algumas divisões na parte de baixo, onde ficava justamente um aparelho verde com um botão e um visor contendo um ponteiro, que quando ligado vivia a se mover de um lado para o outro. Aquilo era sensacional. Som e imagem. Somente a noite.Deve ter sido um esforço enorme da familia para compra-lo. Certo dia pela manhã, sozinho em casa, resolvi mexer naquela caixinha verde, que me atraia tanto quanto a TV. Comecei a girar aquele botão e a medida que girava para um lado, aquele ponteirinho balançava e subia, subia, subia, até que parou de subir. De repente uma coluna de fumaça subiu em seu lugar. Um fedor! Tratei de girar o botão até apagar a luzinha que vinha da caixa verde. Fechei o "guarda-roupas", e me mandei para a rua. A noite foi um desastre. Nada de funcionar a TV. Erámos vizinhos do técnico e vendedor da TV. Foi fácil. Ele levou o aparelho para os reparos, ainda sem entender o que ocorrera. Jamais souberam, coitados ! Eu tinha, ou melhor tenho, um tio que era um herói para mim. Ele tinha uma Lambretta ! Coisa maravilhosa! E ele gostava muito de mim, levava-me a passear na garupa da Lambretta, para todos os lugares, aos domingos. Este meu tio, tinha uma interjeição que utilizava com frequência, tanto para exclamações ruins como para as boas. era: "PORRA!". Só mudava a flexão. Meu herói, eu imitava é claro. Sempre que ele estava em casa, eu usava a sua expressão predileta. Ele me olhava e sorria concordando. Enquanto a TV estava em reparos, este nosso vizinho se prontificou para que eu assistisse a programação em sua casa. Erámos amigos da familia, e ele tinha duas filhas mais velhas que...bom isto é outra história. Na noite do combinado, aprontei-me todo, com roupa de calças curtas e suspensórios e coisa e tal, e fui para assistir a algum filme ou programa que não recordo-me mais. Sentei-me no sofá da casa ao lado do senhor e suas filhas. Sua esposa me ofereceu um bolo naqueles pratinhos de papelão. E lá pelas tantas, algo deve ter ocorrido enquanto assistia pois eu exclamei: "Porra!". Foi o suficiente para que o senhor se levanta-se e imediatamente desliga-se a TV. Mandou suas filhas para o quarto e sentou-se ao meu lado no sofá. Olhou-me muito severamente, enquanto eu enchia a boca de bolo. Perguntou-me:- O que você disse?. Eu respondi ainda de boca cheia e ele não entendeu. Pegou o prato ainda cheio de bolo e segurou, esperou que eu comesse o bolo e repetiu a pergunta. Eu repeti a resposta:"Porra?!!". Lembro-me de duas coisas: O prato de bolo grudado no teto da casa e eu a zunir portão afora com aquele homem a correr-me. No dia seguinte meu pai disse-me que jamais deveria repetir aquela palavra pois era um palavrão dentre tantos outros que eu repetia sem entender o significado. Ele com certeza deve ter falado com o meu tio, pois naquele domingo colocou-me na garupa da Lambretta e disse-me: - "Escuta aqui seu merdinha! Se você falar palavrões eu te dou um cacete !" Eu olhei para o meu tio herói com a testa franzida e respondi: "POOOORRA.....TIO!!!". Não me lembro de nenhum outro dia que meu tio riu tanto.
Publicado por: Justo às setembro 26, 2007 12:03 PM
Fiquei a pensar nesta crónica matinal, a reflectir sobre o parcimonioso uso "dessas palavras" que desenvolvo no meu quotidiano. Reconheço que podem ter um papel "curativo", adoptando uma expressão querida aos movimentos New Age. E por falar nestes movimentos, sei que advogam a adopção de afirmações positivas como andídoto do stress e das inseguranças. Logo, um "eu aceito-me incondicionalmente" terá o mesmo o mesmo poder que um "puta que pariu". Será? Serão apenas "parole, parole..."? :)
Publicado por: Alba às setembro 26, 2007 12:09 PM
Desta sua conversa aproveito com gosto a dispiciente denúncia do desenxabido 'fosga-se!' .
O vernáculo inesperadotem algum chiste mas depende muitodo entrecho que antecede e da prosódia!
En tout cas,
as mais das vezes aparece pelo mero prazer da trangressão fácil e pouco imaginativa; valendo por isso, claro.
Publicado por: -pirata-vermelho- às setembro 26, 2007 12:47 PM
Pergunta distraída - em que é que o Minderico foi menos contido que a comentadora seguinte?
(e porque havia o simpático Mindas de se conter se lhe apeteceu pôr em evidência, numa ilustração plana, o vernáculo por si mesmo?)
Publicado por: -pirata-vermelho- às setembro 26, 2007 12:51 PM
E agora vou escrever um poema:
Fui a Belas ver as belas
E em Belas, belas vi
Mas entre as belas a mais bela
És ti
Publicado por: Minderico às setembro 26, 2007 02:40 PM
Minha querida!
Eu, nesta coisa dos aniversários, pareço sempre o coelho da alice: numa correria nervosa por chegar sempre tão atrasada... Parabéns!!!!! Este blogue cumpre uma idade vetusta (para blogue, claro!), mas está cada vez melhor. E tu mereces o prémio de "melhor relacionamento "interblogoesférico", ou lá o que é: tens sempre tudo aqui aído, em amenas cavaqueira e produção literária. Quanto ao teor deste texto em concreto, nada posso em meu favor - sou, irremediavelmente, uma boca muito suja.
Beijinhos!
Sofia
Publicado por: vieira do mar às setembro 26, 2007 03:14 PM
aqui "caído", ai...
Publicado por: vieira do mar às setembro 26, 2007 03:15 PM
batata,grelos, ervilhas, nabos, ***alhos,tomates e pepinos."fosga-se". o que me leva às lágrimas é a descasca da cebola. fosga.se? depois passa..
foi uma honra teres aceite a nomeação. de nada de nada..volta sempre...
sem a descasca da cebola. ok! faço umas comidinhas óptimas. não é por ser "gajo" que não sei cozinhar
bom, deixa-me ir já vão sendo horas...
Publicado por: Blackangel às setembro 26, 2007 06:07 PM
Decidamente não gosto do 'fosga-se'! acho-o um mero subterfúgio para quem se quer fazer de 'polido' mostrando não usar vernáculo quando o está a fazer.
Agora o que é o vernáculo? aí está algo que será variável de pessoa para pessoa, até porque as palavras são apenas palavras, o que me pode magoar ou ofender são as ideias de quem as usa.
O que está por detrás da expressão '...quem dera que morresses...' é tão mais obsceno que um '...vai-te foder...'.
Pessoalmente, e por norma quando estou sózinho, o praguejar é um excelente paliativo para ajudar a atenuar as minhas auto-irritações.
Mudando de assunto, tenho que dar os parabéns à Teresa pelo aniversário e pela continuação deste espaço, é um vício que se entranha como diria o Pessoa.
Um beijo
Publicado por: apenas um gajo e nada mais às setembro 26, 2007 07:17 PM
O livro do João Magueijo é uma excelente forma de se ver a fascinante aventura que é uma pessoa pensar e mais que isso, pensar que se pode sempre ir um passo mais à frente
Publicado por: apenas um gajo e nada mais às setembro 26, 2007 07:21 PM
posso contar uma história?
uma mãe sentada na sala: borda
anos setenta
inícios
no chão, a filha retira de uma mochila da tropa
(comprada na feira da ladra, penso)
livros
encapados
livros proibidos
desfolha, recosta-se no chão, calças de bonbazine debotadas nos joelhos
de repente, uma vez e outra, pragueja
(muito ao jeito dos tempos das meninas da laia dela)
PORRA!
e lendo, lendo
que grande Porra
(e era, não duvidem os que não conheceram o que ra ser uma menina e consciente naquels tempos)
A mãe levanta os olhos do bordado
eternecida
"filha, sabes que a mãe não gosta que digas palavrões!"
e depois de um breve silêncio
"Falas tão mal desde que frequantas a associação, filha! "
e lança um mando que já pode ser só pedido :
"faz um esforço, porra!"
riram-se e nunca mais esqueceram, é evidente
Publicado por: mcorreia às setembro 26, 2007 08:30 PM
A Tati recorda-me o Herman José.Quando deixou de ter piada,virou para obscinidade.A Tati virou Teresa e o "CHINELO" evidenciou as duas, numa.
Agora que mostrou finalmente quem é ,devia ter mais cuidado com palavras,pouco indicadas para uma
professora segundo deu a entender.Mas o "CHINELO" é mais forte.Abracinhos do L.Castro.
Nota:
Este comentário pertence à ex-"Antónia", leitor(a) que pauta as intervenções pelo fino recorte do conteúdo que transmite.
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Para quem não preza a autora, olhe a demora na sua vida que esta visita de quarenta e um minutos e cinco segundos lhe tomou! Vá para dentro... Não se mace. E, por favor, suprima este blogue dos seus favoritos.
Teresa C.
Publicado por: Luis Castro às setembro 26, 2007 08:45 PM
Eu, que não tenho nada a ver com o assunto acima mencionado, não posso deixar de dizer o óbvio: Faz-me confusão como é que, visitantes que "desprezam" blogues ou seus autores, continuam a visitá-los!!! Parece-me questão de psiquiatria, não?
Publicado por: Ela às setembro 26, 2007 09:31 PM
Quarenta e um minutos e cinco segundos a ver as traquinices que se "blogam" por aqui?! Que perda de tempo, meu Deus, para quem se sente tão, mas tão "superiora"!
Mas que obscinidade!!!
A propósito, terá o(a) leitor(a) um blog onde eu, pelo menos, nunca vá entrar?
Cumprimentos e as melhoras para a sua "azia".
Publicado por: Minderico às setembro 26, 2007 10:11 PM
Minderico - Por aquela explosão e por mil outras razões gosto tanto de si. :) E o seu versejar? Adorei!
A sua perplexidade por preciosos minutos de vida serem remetidos a sentimentos menores é semelhante à minha.
Ela - ai minha querida, que nisto de palavrões não sei piores os costumados ou os tenebrosos que o discurso médico entre pares usa como pipocas saltitantes no forno. E deixa, o Minderico que é espontâneo, qualidade que vai rareando. Não falemos de escrever bem, não?, porque tu já deste provas belíssimas e eu... nada.
Aquela «nada» ali p'ra baixo é doença. Só pode!
Mcorreia - sublime combinação a da sua escrita no blogue, a de que faz uso corrente e o deslizar do pensamento. A cada dia o meu apreço cresce.
A sua estória é um monumento à cumplicidade familiar mesmo quando aos elementos distanciam gerações.
J. - se os palavrões podem ter o condão de serenar, o mesmo acontece com uma deliciosa e motivadora especulação. Como no livro do João Magueijo e outros mais.
Justo - deliciosa estória que tão bem ilustra a carga simbólica e real da dita «palavra feia» que a boca não banalizou.
Alba - para mim tenho que os recados que intimamente nos danos são distintos das interjeições explosivas no objectivo. A explosão é irreflectida, a afirmação de auto-ajuda mais parece o item 3 do manual. Reclamados ou não pelos que ainda da velhina New Age não descolaram.
Pirata-Vermelho - Já é uma alegria tamanha ter no texto encontrado ponta por onde pegar. O «fosga-se!», no caso. ;)
Vieira do Mar - Mimos vêm sempre a tempo seja qual for o propósito. Atrasados? Nunca o são quando o sentimento é genuíno e dele brotam gestos e palavras e carinho. Muito obrigada, querida Vieira do Mar.
Blackangel - aceitei com prazer e reconhecimento. E bons cozinhados que não esqueçam equilibrado tempero e odor que apeteça «comer».
Apenas um gajo e nada mais - tocou num aspecto que esqueci no texto. A gravidade de algumas expressões que se bastam de termos socialmente aceites e são facas maldosas. Fico-lhe grata pelos parabéns e pelo facto de se lembrar de vir aqui.
Publicado por: Teresa C. às setembro 27, 2007 05:09 PM
É história mesmo...aconteceu comigo !
Beijos.
Publicado por: Justo às setembro 27, 2007 05:35 PM
JÁ SEI!
Vou juntar este seu peculiar 'jeitinho' e a sua 'vocação mediterrânica' e vou mandá-la p'o Iraque falar com shiitas e curdos e maronitas e americanos e sunitas e jihadistas e tudo - pode ser que consiga amenizar-lhes as paixões e pô-los a falar uns c'os outros. Seja em que língua for...
Publicado por: -pirata-vermelho- às setembro 27, 2007 07:14 PM
O Charal do Ninhou jorda copiamente o biata do Tróia desta Classe da Tati. Jorda todos os planetas os Joões de Vali por ser muito António Forno da piadeira dos covanos e das covanas.
Chochos anchos para as covanas e paracópios a todos os carranchanos e carranchanas que jordam o do Touquim tão copiamente.
Fredericos de cópia fusca
Vítor ( O Minderico)
Publicado por: Minderico às setembro 27, 2007 08:38 PM
Oh!
Ninguém traduziu! Oh!
Publicado por: Minderico às setembro 28, 2007 08:08 AM
Minderico - ainda busquei por onde pude e me costuma apagar algumas dúvidas. Hoje lhe digo: não consegui tradução. Não me deixe neste suspense... Traduza, por favor.
Publicado por: Teresa C. às setembro 29, 2007 11:58 AM
Ná, ná ... não traduzo. A contrário, convido-a a consultar aqui:
http://www.minderico.com/minderico/artigo.asp?cod_artigo=123069
Bom fim de semana :-)
Publicado por: Minderico às setembro 29, 2007 12:33 PM
Tradução:
O Minderico aprecia muito o "espírito" deste blog.
Todos os dias muito se ri por gostar imenso da "conversa" dos homens e mulheres.
Beijos grandes para as miudas e parabéns a todos os amigos e amigas que tão bem escrevem.
Votos de feliz noite
Vítor (O Minderico)
Publicado por: Minderico às outubro 1, 2007 08:38 PM