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dezembro 01, 2007
IDOS OS FILIPINOS , CHEGAM OS BRAGANÇAS
Razões doces como pastéis de Belém. Dia memorável. Patriótico. Liberto do peso de Sebastiões derrotados em Alcácer-Quibir. Com sucessões não-dinásticas. Filipinos idos, chegam os Braganças. Sem destes esperar a benção – chega-me a do café na Brasileira e a do bife da Trindade. A pintura dá uma ajuda e descreve o dia:
Parte I

Gil Elvgren
Parte II

Gil Elvgren
Parte III

Gil Elvgren
Parte IV

Vaughan Alden
Parte V

Gil Elvgren
Publicado por Teresa C. às dezembro 1, 2007 09:17 AM
Comentários
Você só me dá desgostos.
Ou não se lembra da TRINDADE ou aguenta 'tudo'.
Para poupar tempo e ajudar a sair do circuito turístico (oh santa incepiênsssia...!) não se mexa tanto! Junte o café e o bife no NICOLA.
É mais bonito e não foi invadido p'os mninos em princípio de carreira que foram jantar c'a rapariguinha à boémia-que-já-morreu.
beijos
(santa inssepiência, oh senhores...)
O qu'a Trindade tinha de bom foi-se para todo o sempre.... era o ambiente e a gente e! os croquettes ao mei'dia e tal, ainda quentes!
Publicado por: -pirata-vermelho- às dezembro 1, 2007 03:28 PM
...e,
now again, a do Vaughan lembra você.
Vagamente...
Publicado por: -pirata-vermelho- às dezembro 1, 2007 03:30 PM
Eu tenho ou não tenho razão em abrir as portas dos autos às damas?
Heim? Ulalá!
Que fome!
Publicado por: Justo às dezembro 1, 2007 06:19 PM
Justo ... comporte-se ;-)
Bem, andou na passeata hoje. Fez bem. Rever Lisboa é sempre bom, mais a mais quando nos espera uma lareirinha em casa :-)
Au revoir
Publicado por: Minderico às dezembro 1, 2007 09:57 PM
Ah ! Gil Elvgren ! Aucun artiste n'a jamais pu créer des pinups avec de plus beles jambes. Et ces cuisses.... oooooh ! Merveilleuses !
Publicado por: Pierre às dezembro 2, 2007 11:04 AM
Pirata-Vermelho - Sou alface de menos memórias. Mas gosto do café na esplanada da Brasileira à mistura com turistas, nostálgicos da Lisboa de outrora, bando de indianos a rigor, eles tocando tablas e flautas, serpenteando elas o corpo, de todos o canto que sobe no ar como fumo e aroma da assadura de castanhas. E há o encanto do saxofonista cujo swing transporta para baixios de tantos lugares, dos passantes que marginalizam o sistema também pelo excêntrico estar, do mais que sei, é meu e não conto.
À Trindade - de meia em meia década, ou qualquer coisa à volta disso - torno. Parto dali pelas calçadas matreiras até Santa Catarina, o rio ali tão perto, árvores sumptuosas que negam o Outono, a linha do eléctrico, o regresso pelas subidas gastas. E o Jardim das Amoreiras que amortece os passos, coberto que está do ouro das folhas dos plátanos e das tílias, com pedaços do talento da Vieira da Silva testemunhando os desvairados desvarios que o vazio do sítio legitima?
Já agora: nunca me tendo visto, salvo por vislumbres aqui discretamente publicados, de onde recolheu a impressão de que a do Vaughan me lembra? Hum... Aqui há gato ou gata!
Justo - Ora ainda bem que o Gil Elvgren lhe abre o apetite! Tem bon gosto. :)
Minderico - ai caríssimo!... Sabe lá quantas saudades tinha de doces pretextos para peregrinar pela Lisboa de ontem, de hoje e que tanto amo?
Pierre - Je suis d'acccord. Le travail de Elvgren c'est un charme. Plus un goût que nous partageons.
Publicado por: Teresa C. às dezembro 2, 2007 02:42 PM
Trindade sem Herberto, António José Forte e Aldina, Vitor Silva Tavares, Virgílio Martinho, Lia Gama, e sem a esplanada interior onde nos entretínhamos a atirar tremoços aos pombos - e às vezes, às vezes, aos "borrachos" - baba-me de nostalgia. Passei a mirrar na esplanada do Nicola, quando vou a Lisboa, rodeado de "bifas e bifes", mas sem coragem para me desiludir com o bife à Nicola.
Subo até ao Bairro Alto e bato-me com uns grelhados na adega Tagarro, ou os filetes de peixe-galo no "Verde qq. coisa" da calçada do Combro, com a certeza de que o contínuo do "Diário de Lisboa" não me virá chatear para ir reportar uma vernissage, e não a poder concluir na "academia do Manel", esse "velho traidor" que decidiu ir dar à Lux pra Sta. Apolónia.
Vou mazé fumar um charro para não me esquecer do que acabo de escrever quando na 4ª. feira "desautocarrar" em Sete-Rios. Alfarrabistas, acautelem-se!
Publicado por: fallorca às dezembro 2, 2007 03:07 PM
Fallorca - Importa-se que lhe roube o comentário para início de um texto num destes dias?
Quando desautocarrar, please, não se esqueça de avisar!
Publicado por: Teresa C. às dezembro 2, 2007 07:40 PM
Tati, roube, sirva-se, utilize, use. Na 4ª feira, quando pisar o solo de Sete-Rios, já tinha pensado smslhá-la e umas ELA's também ;)
Vou fazer o gosto ao dedo nos livrinhos, minha querida, levo uma lista do tamanho da A2 (sem portagens), mais pareço um Pai Natal rural ;) fiufiufiu...
Publicado por: fallorca às dezembro 3, 2007 10:52 AM
Fallorca - Como hoje pode ler, roubei1 ;)
Publicado por: Teresa C. às dezembro 5, 2007 09:33 AM