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julho 15, 2008

ADORÁVEIS «PIROSEIRAS» JUVENIS

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Baron Von Linden

Decorre amável competição de «piroseiras» juvenis. Alguns dos muitos colaboradores daquele sítio vão fundo nas memórias que também preenchem o meu baú. Quando a Sofia Galvão lembrou o David Cassidy, dei por mim embasbacada - até que enfim encontro quem partilha idêntica desfloração-amorosa-infanto-juvenil. Único acidente platónico que vivi. Mais tarde, já mulher, não fui indiferente ao fascínio aventureiro do Indy/Harrison Ford. Malgré o péssimo hábito de não de não ver televisão, seja informada dum spot publicitário em que ele publicite rábanos ou salsaparrilha e mantenho a «coisa» ligada até o dito cujo surgir. O mais provável, ainda assim, é não dar conta dele pelo enfado da programação.

O “Blade Runner”, o “Frantic”, o “Sabrina” do Ridley Scott, do Polasnski e do Sidney Pollack respectivamente, bem como o deslavado Han Solo, em “Star Wars”, são rostos diferentes do ex-carpinteiro. Ao tempo, fazia uns biscates e, por cunha de um freguês, o George Lucas prestou-lhe atenção. Bendito repente! Até um bonsai murcho ganha saúde quando o “divino” lhe pega e caminha para um automóvel cujas potencialidades é suposto vender!

Só não candidato este blogue à compita das «piroseiras» online pelo similar atavismo que, há muito, lhe está associado. As reproduções kitsch da pintura, a escrita e a selecção musical têm créditos que, facilmente, tornariam o “Sem Pénis Nem Inveja” ganhador.

CAFÉ DA MANHÃ

“Vida de turista” - “Nisto do viajar as pessoas distinguem-se como na vida: há os mais entusiastas e excitados (...)”

“A Primeira Vez Que Vi Paris” – “A primeira vez que vi Paris fiquei com os olhos rasos de água. Tinha acabado de tirar os olhos de Lisboa (...)”


BLOGOSFERA


Ao Luis Carmelo, que hoje comemora cinco anos de blogger, endereço os parabéns. Magnífica a síntese à propos: “O primeiro ano foi de vício e compulsão sem fim. O segundo ano foi de intensíssima apropriação do meio. O terceiro ano foi o ano que culminou com a evidência do metabloguismo. O quarto ano foi de mini-entrevistas e de aceso debate sobre a dupla ficção-realidade. O quinto ano foi tempo de travagem, de mais inércia e, sobretudo, de contemplação menos deslumbrada.”

Publicado por Teresa C. às julho 15, 2008 07:55 AM