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dezembro 27, 2008
AQUI D’EL REI O HOMEM!

Peter Driben
No Dia de Natal, aqui d’el rei que o Homem falou. Dizem, que o não ouvi ocupada com uma rabanada em calda de açúcar, no ponto, aromatizada com canela e casca de limão. Ainda ontem, no tempo da coisa nenhuma que não seja remanso, resto da lampreia de ovos e tisanas para acalmia das farturas de tudo, fossem ouvidos os vazios noticiosos que as tragédias entulham e não era falada outra coisa. Porque o Homem fez proveito da baixa das taxas de juro, porque advertiu, assustou e arrogou ares de pater famílias.
Interromper a digestão non stop no dia do Nascimento com assombrações políticas – ressalvo golpes no Estado nosso, porque o dos outros “que se lixe!” - é de mau gosto, concedo. Porém, só ouve o que não deve o culpado da tirânica mania de sobrepor a (des)informação ao senso de arredar o ocioso nas ocasiões certas. E depois, quem o facto denegriu enfie a mão pela (in)consciência abaixo, que por esta altura deve flutuar no gorgomilo, e diga se fosse Primeiro negaria o protagonismo. Aliás, o Homem teve a gentileza de, ao almoço, ceder o brilho ao Papa e ao Cardeal de Lisboa. Não seja, pois, acusado de arrogância; limitou-se a complementar as sobras da janta.
Entre outros artistas, expõem Ernâni Oliveira, Manuela Pinheiro e Silva Palmeira cujas obras estão em permanente mostra no PNET Artes.
Publicado por Teresa C. às dezembro 27, 2008 10:52 PM