« NA INTIMIDADE, A FESTA | Entrada | AQUI D’EL REI O HOMEM! »
dezembro 26, 2008
QUE SEJA RUBRA A FESTA
Por haver dias felizes merecem ser vividos os mornos e os negrumes que atalham o percurso. Das liturgias importa reter instantes que um dia a lembrança teimará jamais terem acontecido. Em vez de os aprisionar, fazê-los voar como pássaros. Num gesto, abrir a porta e seguir-lhes o trajecto. Como estes, da Noite Santa,

e estes no Dia do Nascimento.

Mais haverá. E que seja rubra a Festa.
Publicado por Teresa C. às dezembro 26, 2008 12:37 AM