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janeiro 29, 2009

TUATARAS E DOURADAS

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Sorayama

Parece ser um misto de lagarto, tartaruga e ave. Dizem-no fóssil vivo pela escassa modificação desde os primos dinossauros. A tuatara vive bem e muito – cem anos de vida fazem inveja aos humanos. Um olho na testa, por pálpebra uma escama. Vivem no frio - mais do que 27º Celsius não suportam. Até aos trinta e cinco crescem. As fêmeas são preguiçosas – apenas de quatro em quatro anos põem ovos. Por tudo, as tuataras abeiram-se da extinção. Não admiram os festejos pela paternidade de onze crias de que são responsáveis o Henry, com 111 anos, e a Mildred na bonita idade de oitenta. O museu Southland, na Nova Zelândia, rejubila.

Por cá, 15 milhões de douradas estiveram em perigo. A maior empresa de aquacultura nacional, a Timar, abriu falência. Por falta de pagamento, a empresa fornecedora de oxigénio aos tanques, ameaçou asfixiar os peixes. Quarenta funcionários à beira do desemprego. Entretanto, alguma boa alma acudiu às douradas e, para já, é-lhes garantida a subsistência.

Entre tuataras, douradas e trabalhadores em perigo, a sociedade do bem-estar vai decaindo. Morrinha na rua e no coração das gentes.

CAFÉ DA MANHÃ
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Vítor Brotas
O Espaço Monsanto da Câmara Municipal de Lisboa tem o prazer de convidar V. Ex.ª para visitar a exposição de escultura em troncos de árvore Sophora Japonica de Vítor Brotas. Inauguração: 30 de Janeiro de 2009 das 18h às 20h
PARA LER:
Madalena Palma
Rui Pelejão

Publicado por Teresa C. às janeiro 29, 2009 09:30 PM

Comentários

tuatara :D vou pesquisar.

abraço.

Publicado por: nuno às janeiro 29, 2009 01:46 PM

Nuno - atento como és ao planeta e aos vivos que nele habitam, as tuataras têm novo protector. :)
Beijinho

Publicado por: Teresa C. às fevereiro 3, 2009 06:41 AM

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