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junho 02, 2009

PARVOÍCES EMERGENTES

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Jan Bollaert

Emergentes sociais. Conhecidos pelo deslumbre dos estereótipos de bem ser e melhor parecer, segundo cânones que desconhecem e julgam absorver. Garanto: deslumbrados intelectuais são piores. Não copiam, porque incapazes. Não adiantam por falta de saber. Por falarem ao telefone, num “tu cá lá tu lá" ocasional, escreverem e-mails com mestres, julgam-se _ ledo engano! _ par ente pares.

Intelectos provados, e porque o necessário para comprar amendoins a todos falta mais e mais, lambuzam, se bem que sobranceiros, quem lhes acrescenta proventos. Tolo este, espertalhões, aqueles. Sorridentes, todos.

O emergente ignora não estar entre pares. Descura espíritos sãos e dedicados. Ingenuidade? Nem um pouco! A contabilidade de merceeiro fala alto. Valores? Para que os quero não sendo rentáveis? Números e momices valem mais. É figura menor quem acredita, de alma e corpo feito à luta, em projectos/utopias. Paixões que mobilizam e mudam e repensam vidas. Do actor.

Foste generoso sem retorno à vista? Atitude com nome – parvoíce. Pior: não é descoberta pelo próprio sem que a soma de dois com dois fuja da proclamada gratidão infinita. Que nunca houve e não há.

Publicado por Teresa C. às junho 2, 2009 10:23 PM

Comentários

Você me parece bem decepcionada. Não sei o que se passou (nem me interessa), mas isso abala também minha confiança, que já não andava grande coisa.
Há braços!!
E vida longa ao Sem pênis.

Publicado por: Mauro Castro às junho 2, 2009 01:09 AM

Mauro Castro - obrigada meu amigo! Haja abraços sucicientes para tanto carinho!

Publicado por: Teresa C. às junho 2, 2009 01:19 AM

Inter @braços - inter Castros ;-)

Viva Mauro, que com esses br@ços faz rod@r a vida de forma bem assumida, observada e divertida.

Parabéns pelos 25 anos rod@ndo sem drama: confiança upa!

Publicado por: zeka às junho 2, 2009 03:47 AM

Publicado por: mngqioevan às outubro 22, 2009 10:50 AM

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