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<title>Sem Pénis Nem Inveja</title>
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<modified>2009-06-08T18:29:44Z</modified>
<tagline>Veneno... com açúcar!</tagline>
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<copyright>Copyright (c) 2009, Teresa C.</copyright>
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<title>MUDANÇA DE CASA</title>
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<summary type="text/plain"> Desde o dia seis de Junho que este blog tem novo endereço: http://sempenisneminveja.blogs.sapo.pt/ A todos os leitores que por aqui sempre me acompanharam sugiro visita à casa nova. Portas abertas como sempre. Não é um adeus. Apenas informo que...</summary>
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<name>Teresa C.</name>

<email>ceubrojo@netcabo.pt</email>
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<p>Desde o dia seis de Junho que este blog tem novo endereço: <br />
http://sempenisneminveja.blogs.sapo.pt/</p>

<p>A todos os leitores que por aqui sempre me acompanharam sugiro visita à casa nova. Portas abertas como sempre.</p>

<p>Não é um adeus. Apenas informo que estou no quarteirão ao lado.</p>

<p>Até já e até lá.</p>]]>

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<title>DO MULHERIO E DE TIAN’ANMEN, O REGISTO</title>
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<summary type="text/plain"> Steve Hanks Fala do mulherio com ternura e sentimento de pertença. Não considera pejorativo o termo. Ao utilizá-lo significa grémio. Associação que o género, mais do que o sexo, determina. Interesses corporativos dispersos. Patronais fora de questão. Mulherzinha é...</summary>
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<![CDATA[<p><img alt="Steve Hanks Casting-Her-Shadow x.jpg" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/Steve Hanks Casting-Her-Shadow x.jpg" width="590" height="355" /><br />
<i> Steve Hanks </i></p>

<p>Fala do mulherio com ternura e sentimento de pertença. Não considera pejorativo o termo. Ao utilizá-lo significa grémio. Associação que o género, mais do que o sexo, determina. Interesses corporativos dispersos. Patronais fora de questão. </p>

<p>Mulherzinha é coisa outra. Pessoazinha. Refere o lado menor que cada humano tem. Que ela possui. Irrompe quando a racionalidade baixa a cancela e o comboio da emotividade avança sem apitar. Comete disparates. Pior: deles tem consciência e nubla o sentido crítico. Por tudo gosta de si, ainda mais por não ser pedregulho granítico, mas vulnerável e igual às outras mulheres. Às outras pessoas. Aprende com os erros. Dá a mão à palmatória. É leoa quando julga assistir-lhe razão, seja lá o que isso for para os demais. Decisiva para ela. Retrato incompleto da Teresa C. Que a poucos interessa, mas lhe importa por pensar também publicamente. </p>

<p>Ontem, no balanço do dia como reza que a si própria deve, pensou: <br />
_ O mundo só acontece se for notícia.</p>

<p>Lembrou o 4 de Junho de 1989 na Praça da Paz Celestial. Tian’anmen nome de sítio e de protesto de intelectuais e trabalhadores revoltados com o regime corrupto e repressivo chinês. Até hoje, por saber a identidade e o paradeiro do jovem "rebelde desconhecido". Eleito pela Time como uma das personalidades mais influentes do século passado.</p>

<p>Genocídio arménio, cambojano, no Ruanda. Conflito em Darfur. A demografia dos povos indígenas das Américas, o massacre de Nanquim, a marcha dos tibetanos. Épocas/dores. Não havendo registos, aqueles mundos seriam nadas. Arquivados por falta de provas. Como a conivência portuguesa com o transporte de prisioneiros para Guantánamo. Sem filme e repórter não existiu. </p>

<center> <b> CAFÉ DA MANHÃ </b> </center>

<p><br />
<center> <object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/O4xtkpO7ZqU&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/O4xtkpO7ZqU&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object> </center></p>]]>

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<title> PERSONA E DESCARTE</title>
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<summary type="text/plain"> Denise Nielsen Nesta sociedade do descarte, um terço do comprado vai para o lixo. Adquirimos pela precariedade do gosto subordinado à moda. Obedecendo ao sugerido/imposto como in &amp; out, que o out vá porta fora, que desapareça, que não...</summary>
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<![CDATA[<p><img alt="Denise Nielsen close-up-0061.jpg" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/Denise Nielsen close-up-0061.jpg" width="430" height="398" /><br />
<i> Denise Nielsen </i></p>

<p>Nesta sociedade do descarte, um terço do comprado vai para o lixo. Adquirimos pela precariedade do gosto subordinado à moda. Obedecendo ao sugerido/imposto como <i> in & out, </i> que o <i> out </i> vá porta fora, que desapareça, que não fira a imagem do estatuto real ou iludido, que não entupa a <i> persona </i> actual. <i> Persona </i> máscara, função psíquica das relações, virada ao exterior pela procura  de aceitação social. Oposta à <i> anima </i> que regula o íntimo e o faz valer. Na “Psicologia Analítica”, Jung esclareceu isto e muito mais.</p>

<p>É falado o desperdício. A energia consumida para fabricar um bem, a curto ou médio prazo destituído da função original. Energia morta porque o aterro é final. Irrecuperável. </p>

<p>Sem que saudosismo balofo motive a reflexão, é ido o tempo da poupança, dos bens durarem tempos a fio, serem renovados, adaptados e, durante muito tempo, aproveitados. </p>

<p>Podemos substituir lâmpadas incandescentes por outras de baixo consumo. Preferir a bicicleta e andar a pé. Reciclar embalagens, vidros e papel. Comprar electrodomésticos energeticamente económicos. Porém, ou pensamos a justeza do acto de comprar ou o dispêndio de energia para produzir o bem foi inútil. Gasta. Jamais reposta. </p>]]>

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<title>FOTOGRAFIA DE FAMÍLIA</title>
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<summary type="text/plain"> Elvgreen No dia 7, menos de um quarto dos portugueses tencionam votar nas eleições para o Parlamento Europeu. Ocupam o quarto lugar na lista dos países abstencionistas. A dianteira pertence aos polacos, ingleses e austríacos. A Europa, instituição forte...</summary>
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<![CDATA[<p><img alt="pin09bx.jpg" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/pin09bx.jpg" width="350" height="451" /><br />
<i> Elvgreen </i></p>

<p>No dia 7, menos de um quarto dos portugueses tencionam votar nas eleições para o Parlamento Europeu. Ocupam o quarto lugar na lista dos países abstencionistas. A dianteira pertence aos polacos, ingleses e austríacos. </p>

<p>A Europa, instituição forte a nível mundial, presente na vida dos cidadãos que abrange, não lhes motiva sentimento de pertença ou empenho na causa comum. Alheados, desbaratam o direito ao voto. Desistem de intervir no destino desta Europa a muitos. Não crêem na vontade dos políticos e dos partidos que lhes suscite o desejo de colocar uma cruz no boletim, depois colocado na urna.</p>

<p>Não há sucesso sem esforço, democracia sem eleições. Movimento conjunto dos partidos concorrentes às Parlamentares Europeias de 2009 que apelasse ao voto seria mudança capaz de rasgar a indiferença e credibilizar a classe política. Em vez dos chavões usuais nos cartazes e spots publicitários que poluem vista e ouvidos, que chegue um apelo comum dos cabeças de lista de cada uma das candidaturas. Fotografia de família entusiasmada na luta por ideais. Destes, o cidadão anónimo, pela diferença de atitude, talvez quisesse saber.</p>

<center> <b> CAFÉ DA MANHÃ </b> </center>

<center> <object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZxySoV4Z4Lk&hl=pt-br&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZxySoV4Z4Lk&hl=pt-br&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object> </center>]]>

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<title>PARVOÍCES EMERGENTES</title>
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<modified>2009-06-02T16:30:15Z</modified>
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<summary type="text/plain"> Jan Bollaert Emergentes sociais. Conhecidos pelo deslumbre dos estereótipos de bem ser e melhor parecer, segundo cânones que desconhecem e julgam absorver. Garanto: deslumbrados intelectuais são piores. Não copiam, porque incapazes. Não adiantam por falta de saber. Por falarem...</summary>
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<![CDATA[<p><img alt="Jan Bollaert a.jpg" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/Jan Bollaert a.jpg" width="590" height="261" /><br />
<i> Jan Bollaert </i></p>

<p>         Emergentes sociais. Conhecidos pelo deslumbre dos estereótipos de bem ser e melhor parecer, segundo cânones que desconhecem e julgam absorver. Garanto: deslumbrados intelectuais são piores. Não copiam, porque incapazes. Não adiantam por falta de saber. Por falarem ao telefone, num “tu cá lá tu lá" ocasional, escreverem e-mails com mestres, julgam-se _ ledo engano! _ par ente pares. </p>

<p>Intelectos provados, e porque o necessário para comprar amendoins a todos falta mais e mais, lambuzam, se bem que sobranceiros, quem lhes acrescenta proventos. Tolo este, espertalhões, aqueles. Sorridentes, todos. <br />
   <br />
     O emergente ignora não estar entre pares. Descura espíritos sãos e dedicados. Ingenuidade? Nem um pouco! A contabilidade de merceeiro fala alto. Valores? Para que os quero não sendo rentáveis? Números e momices valem mais. É figura menor quem acredita, de alma e corpo feito à luta, em projectos/utopias. Paixões que mobilizam e mudam e repensam vidas. Do actor.</p>

<p>Foste generoso sem retorno à vista? Atitude com nome – parvoíce. Pior: não é descoberta pelo próprio sem que a soma de dois com dois fuja da proclamada gratidão infinita. Que nunca houve e não há. </p>]]>

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<title>DO RUI(M) RIO, A BORRASCA</title>
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<modified>2009-06-01T14:39:43Z</modified>
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<summary type="text/plain"> Brian Stewart Sol entre nuvens. Temperatura amena. Propícia a algodão leve em forma de vestido. Atrevido. Mas era de Maio que te quero Maio o tempo. Indeciso, talvez soalheiro, talvez de chuva como cumpre à outra cidade que amo:...</summary>
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<name>Teresa C.</name>

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<![CDATA[<p><img alt="Brian StewART Goddess_of_Color.jpg" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/Brian StewART Goddess_of_Color.jpg" width="380" height="492" /><br />
<i> Brian Stewart </i></p>

<p>Sol entre nuvens. Temperatura amena. Propícia a algodão leve em forma de vestido. Atrevido. Mas era de Maio que te quero Maio o tempo. Indeciso, talvez soalheiro, talvez de chuva como cumpre à outra cidade que amo: o Porto. Gotas de água caídas do alto viriam, tarde descida, a escorrer no pára-brisas. </p>

<p>    Ainda Inverno, dia de temporal que Portugal sentiu de lés-a-lés, rejeitara convite para a inauguração da movida das artes de cor e formas. Lugar: Miguel Bombarda. Rui Rio anunciara festança. Copos e espectáculos de rua. Porque de bodo aos pobres desconfio, porque mais e melhor me circunscrevia a Lisboa, renunciei ao fim-de-semana nortenho. Não me arrependi.</p>

<p>    Roeu a ignorância do centro inovador. Cedi. Online, que o saldo convence, marquei poiso no da Boa-Vista _ lugar de muitos ontens e prováveis amanhãs. Anotei requisitos. Obtive o esperado e mais. Também pelos mimos, não deslustrei opinião da hospitalidade bem dita. Feito o check-in, disposta à telepatia feiticeira da cidade, fui ao roteiro traçado.</p>

<p>    Destino: Palácio de Cristal _ a Rosa Mota que me desculpe, mas não despego da arquitectura de granito, ferro e vidro, cópia do Crystal Palace Londrino. De mil oitocentos e tal, construído à ordem d’el Rei D. Luís, também o jardim. Na biblioteca, simulada prolongamento de troncos verdes, acontecia vida e ocupação e mostra de pintura. Obras pendulando entre o bom e o péssimo. Anotei-as no preçário, que a memória é bem escasso.</p>

<p>   Atravessada a rua e depois da Torre da Marca, a Miguel Bombarda. Desolada. Galerias vazias de gente. Assistente com quem falar? Invisível. Chão de cimento estalado. Dependuradas, tarjetas azuis como restos de campanha eleitoral. Quatro pinturas do Calapez e um “Miró” de Nikias Skapinakis disfarçaram a fome. </p>

<p>    Dizem que os livreiros da Invicta desejam concentração em bairro próprio. Animado. Dia do conto, da poesia, da ficção, et cetera e tal. A Lello a favor, outros contra. Se no bairro a obra feita for semelhante à da Miguel Bombarda, que os deuses estejam alerta. Se Rui Rio abençoar, espero borrasca.</p>

<p>   Saudei a “Árvore” e o Passeio das Virtudes, a curva moldura do rendilhado da Arrábida. Lembrei o meu pai de mão dada com a pequenita a quem ensinou o amor pelo Porto óbvio e escondido. Arrecadei cerâmicas do Espiga Pinto, do Sá Nogueira e do António Bronze. Valeu!</p>

<p>    <br />
<center> <b> CAFÉ DA MANHÃ </b> </center></p>

<center> <object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pL5-1hveEz0&hl=pt-br&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/pL5-1hveEz0&hl=pt-br&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object> </center>]]>

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<title>TAPETE VOADOR</title>
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<summary type="text/plain"> Vasnetsov Flutuar por cima dos demais. Do alto ver o invisível para quem, no chão, está submetido a horizonte limitado. Pela distância, em altura, sendo impossível a temporal no instante em que a «coisa é», abranger os detalhes conjuntos...</summary>
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<![CDATA[<p><img alt="800px-Vasnetsov_samolet.jpg" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/800px-Vasnetsov_samolet.jpg" width="590" height="325" /><br />
<i> Vasnetsov </i></p>

<p>Flutuar por cima dos demais. Do alto ver o invisível para quem, no chão, está submetido a horizonte limitado. Pela distância, em altura, sendo impossível a temporal no instante em que a «coisa é», abranger os detalhes conjuntos que a integram. Voar num tapete e ir daqui para além quando o desconforto implora _ “Tirem-me deste lugar!” Quando o respeito devido aos outros desaconselha atitudes dramáticas, apropriadas nos palcos e no cinema. Por vezes, indispensáveis.</p>

<p>Muitos alimentam o mesmo sonho. Está garantido subir na vertical, com pressa e facilidade, sem utilizar «helis» ou aviões. Israel desenvolve um veículo voador. Como um helicóptero, despega-se do chão e voa a 250 Km/h, a cerca de 4 mil metros de altura. Objectivo: auxiliar resgastes e salvar pessoas num prédio em chamas. Na «rede», é possível encomendar um carro voador <i> made in USA _ </i> depositados cerca de cinquenta mil dólares, 5% do carro fica pago. Tem asas retrácteis e apenas exige carta de condução. Uma lambreta dos ares em forma de disco voador tem venda prevista a curto prazo. Galga o trânsito e o  clássico “passa por cima!”, comum ao volante, tem, finalmente, significado. </p>

<p>Dos discos e das lambretas e dos carros voadores, está excluída a magia das “Mil e Uma Noites”. Alegra-se o sonho quando na "Physical Review of Letters" é lido: " O processo de flutuação do objecto é criado a partir de um movimento ondulatório que cria uma pressão contra uma superfície horizontal, como o chão, por exemplo. A pressão criada no vácuo entre o objecto e o chão equilibra o peso e o tapete flutua.” Acrescenta: “o objecto vibraria demais e o voo seria desconfortável.” A versão tapete/transporte público para dez pessoas pode, teoricamente, ser produzida com materiais ultra-leves.</p>

<p>Ficando por resolver as vibrações do tapete voador, adio o «tirem-me daqui! sem me mexer» para o mágico, mítico e virtual.</p>

<center> <b> CAFÉ DA MANHÃ </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnetmulher.pt/">Marta Botelho</a> </b> </center>]]>

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<title>SUBIR AO DESCER</title>
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<summary type="text/plain"> Autor que não foi possível identificar Sem pé no acelerador, sem marcha-atrás engrenada, numa subida de 100m o carro sobe para trás. Com maior facilidade do que descer em primeira. Lugar procurado por automobilistas curiosos que vão ao Bom...</summary>
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<name>Teresa C.</name>

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<![CDATA[<p><img alt="Natalie Portman 3.jpg" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/Natalie Portman 3.jpg" width="420" height="461" /><br />
<i> Autor que não foi possível identificar </i></p>

<p>Sem pé no acelerador, sem marcha-atrás engrenada, numa subida de 100m o carro sobe para trás. Com maior facilidade do que descer em primeira. Lugar procurado por automobilistas curiosos que vão ao Bom Jesus de Braga. Num pequeno troço de estrada, os veículos sobem sozinhos, sem aceleração do motor. Qual a razão para um fenómeno que intriga as gentes? Ilusão óptica, milagre ou magnetismo?</p>

<p>Explicação: uma simples bússola que não se afasta do Norte prova a ilusão. Magnetismo excepcional e acto milagreiro estão fora de causa. A estrada que aparenta descer, afinal sobe ou está nivelada. A água que ao lado flui prova o mesmo _ parece subir, mas desce como lhe é natural pela obrigação gravítica. Estrada próxima, que desce com maior declive do que a misteriosa, é a responsável pela intriga. Nesta julgamos subir quando, de facto, descemos. A relatividade das percepções no seu melhor. Que a mais seja estendida, dos valores às atitudes.</p>

<p>No Bom Jesus, além da beleza circundante, rara só a excelência do horizonte e a do bacalhau temperado com azeite honesto. </p>

<p><b> Nota: </b> http://tsf.sapo.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1222118</p>

<center> <object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/te9U6r6oens&hl=pt-br&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/te9U6r6oens&hl=pt-br&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object> </center>

<center> <b> CAFÉ DA MANHÃ </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnetmulher.pt/">Célia Bernardo</a> </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnethomem.pt/">António Eça de Queiroz</a> </b> </center>]]>

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<title>INFELICIDADE CRÓNICA</title>
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<summary type="text/plain"> Autor que não foi possível identificar Dizem raros os momentos felizes. Acoitam desgraça própria dos mal-amados. Amam, sem querer, a desgraça continuada. Pôr cobro, não conseguem. Erva um dia cheirosa, mais tarde daninha. Como mau fado de bruxa indigesta...</summary>
<author>
<name>Teresa C.</name>

<email>ceubrojo@netcabo.pt</email>
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<![CDATA[<p><img alt="Nude-Oil-Paintings.jpg" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/Nude-Oil-Paintings.jpg" width="550" height="413" /><br />
<i> Autor que não foi possível identificar </i></p>

<p>Dizem raros os momentos felizes. Acoitam desgraça própria dos mal-amados. Amam, sem querer, a desgraça continuada. Pôr cobro, não conseguem. Erva um dia cheirosa, mais tarde daninha. Como mau fado de bruxa indigesta ou perverso mapa astrológico do nascer. Em que não creio. </p>

<p>Construir felicidade e a alegria é arte. Não dispensa o cinzel que a esculpe dia-a-dia. A forma surge lenta, exuberante e lasciva. Fruir dela é tentação. Negá-la? Pecado “contra natura”.</p>

<p>Os infelizes crónicos são doentes. Desconfiam da felicidade e da alegria falada pelos outros. Próprias, julgam, de «contentinhos». De confundidos entre bem-estar e estar bem. Adiantam:<br />
_ só o amor romântico merece penas, só isso me dá prazer. O resto? Menoridades que alienam, em tudo distintas de felicidade. Esta apenas possível na inequívoca comunhão do par apaixonado.</p>

<p>Duvido de tanta mágoa e dor causadas por amores. Se um afecto me entristece, me diminui o sorriso, não havendo razões de vida ou morte por detrás, que vá e não volte. Bilhete de ida. Regresso calendarizado para o aniversário de São Nunca. </p>

<center> <b> CAFÉ DA MANHÃ </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnetmulher.pt/">Vera Mar</a> </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnethomem.pt/">Carlos Amaral Dias</a> </b> </center>]]>

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<title>NÃO ME DEMITO… ATÉ VER!</title>
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<modified>2009-05-28T13:56:30Z</modified>
<issued>2009-05-28T18:29:11Z</issued>
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<created>2009-05-28T18:29:11Z</created>
<summary type="text/plain"> Alex Rossart Prefiro amores a ódios. Dos últimos, alojo poucos. Enumero-os: odeio pré-conceitos, atoardas, bufos, julgamentos no pelourinho que existe em cada um de nós, vendettas. Cegas, sempre. Ah!... E a estupidez ou a leviandade que assina de cruz...</summary>
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<name>Teresa C.</name>

<email>ceubrojo@netcabo.pt</email>
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<![CDATA[<p><img alt="Alex Rossart 4 copy.jpg" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/Alex Rossart 4 copy.jpg" width="360" height="479" /><br />
<i> Alex Rossart </i></p>

<p>Prefiro amores a ódios. Dos últimos, alojo poucos. Enumero-os: odeio pré-conceitos, atoardas, bufos, julgamentos no pelourinho que existe em cada um de nós, <i> vendettas. </i> Cegas, sempre. Ah!... E a estupidez ou a leviandade que assina de cruz os mencionados. Confrange-me a iliteracia dos registos gravados com ácido na pessoa metálica. Ligas pobres e metais como base da matriz pessoal: cobre, zinco ou latão. A tinta (polimento?, urbanidade?) sobreposta preserva o desancar no «ouvi dizer». </p>

<p>Demissões a pedido, rejeito. Serem públicos os cargos não modifica o meu parecer. Os próprios devem, no momento exacto, entender que estando em causa a dignidade pessoal e não dispondo de provas absolutas e contrárias a acusações, renunciar a um cargo é lei moral.</p>

<p>Surpreende-me que somente ontem Dias Loureiro, após as declarações de Oliveira e Costa, João Lobo Antunes e António Capucho, tenha decidido resignar de Conselheiro de Estado. Semelhante com Lopes da Mota no Colégio do Eurojust. </p>

<p>Não bastam protestos de inocência, seja na gestão da coisa pública ou privada. Que os factos sejam provados e alijadas suspeitas. Que o dignitário se coloque à disposição da justiça e da completa averiguação dos factos. Sem macular o ser que é, a função e o país. </p>

<center> <b> CAFÉ DA MANHÃ </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnetmulher.pt/">Madelena Palma</a> </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnethomem.pt/">Rui Pelejão</a> </b> </center>]]>

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<title>“M&amp;M” &amp; CILA &amp; VIZINHOS</title>
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<modified>2009-05-27T09:03:09Z</modified>
<issued>2009-05-27T17:59:41Z</issued>
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<summary type="text/plain"> Jacek Yerka A Cila chegou constipada. Contraditoriamente, luzia com novidade maior. _ A «Doutorinha», na sexta-feira, viu o telejornal da TVI? _ Nunca vejo, sabe. Mas adivinho que vai contar-me. E contou da escandaleira entre dois truculentos: Marinho Pinto...</summary>
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<name>Teresa C.</name>

<email>ceubrojo@netcabo.pt</email>
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<![CDATA[<p><img alt="JacekYerka_DarknessFallsOnTheRiver.jpg" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/JacekYerka_DarknessFallsOnTheRiver.jpg" width="500" height="442" /><br />
<i> Jacek Yerka </i></p>

<p>A Cila chegou constipada. Contraditoriamente, luzia com novidade maior. <br />
_ A «Doutorinha», na sexta-feira, viu o telejornal da TVI?<br />
_ Nunca vejo, sabe. Mas adivinho que vai contar-me.<br />
E contou da escandaleira entre dois truculentos: Marinho Pinto e Manuela Moura Guedes. M&M outro, menos útil que o real. Receitou-me, como remédio para a ignorância, visita ao <i> Youtube. </i> Na véspera, em casa da sobrinha dada às tecnologias, tinha repetido o relato. E lá digitei e vi e restei muda. Escandalizou-a não ter piado. Acrescentei:<br />
_ Destes dois esperava coisa diferente (censurei cacofonia)?<br />
_ Cantou-lhas todas. A boca de xarroco, cara de silicone e de cavalo mereceu. Vai escrever sobre isto, vai?<br />
Está feito. Mais não adianto por falta de merecimento.</p>

<p>O achado na rádio foi o Dia Mundial dos Vizinhos. Quando paredes são fronteira de guetos sob telhado comum, num prédio dos subúrbios a chave pode ficar em casa que outra porta irá abrir. </p>

<p>Mudar de atitude no cúmulo de apartamentos onde a vida continua portas adentro é mudança sem tarecos embalados. Mensagem amigável para aqueles que partilham os mesmos elevadores, implementa a diferença. Esta foi a ouvida:<br />
_ <b> <a href="http://tsf.sapo.pt/">“Pensar positivo é arrancar o papel preto das paredes da vida. Pintá-las de sonho e alegria de viver. E porque paredes lembram casas, e casa, vizinhos, pintemos a vida de cada vizinho com um sorriso no rosto para que em conjunto possamos construir uma aguarela de partilha, inter-ajuda e bem-estar.”</a> </b></p>

<p>Experimentar não custa. Plágio? Porque não?</p>

<center> <b> CAFÉ DA MANHÃ </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnetmulher.pt/">Paula Capaz</a> </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnethomem.pt/">António Costa Santos</a> </b> </center>]]>

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<title>“À GOMES DE SÁ” EXPLOSIVO</title>
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<modified>2009-05-26T12:47:04Z</modified>
<issued>2009-05-26T20:06:25Z</issued>
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<created>2009-05-26T20:06:25Z</created>
<summary type="text/plain"> Mel Ramos “O que mais dói na miséria é a ignorância que ela tem de si mesma. Confrontados com a ausência de tudo, os homens abstêm-se do sonho, desarmando-se do desejo de serem outros. Existe no nada essa ilusão...</summary>
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<name>Teresa C.</name>

<email>ceubrojo@netcabo.pt</email>
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<![CDATA[<p><img alt="Mel ramos_gross.jpg" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/Mel ramos_gross.jpg" width="403" height="408" /><br />
<i> Mel Ramos </i></p>

<p><i> “O que mais dói na miséria é a ignorância que ela tem de si mesma. Confrontados com a ausência de tudo, os homens abstêm-se do sonho, desarmando-se do desejo de serem outros. Existe no nada essa ilusão de plenitude que faz parar a vida e anoitecer as vozes.” </i></p>

<p>Segundo o Banco Mundial, pobre é quem recebe menos de um dólar por dia. À escala mundial, são milhões os abrangidos. Bomba explosiva. Evidente a violência deste modelo económico – é fábrica de pobres e desempregados.</p>

<p>A população do mundo cresce à razão de duas Franças por dia. A esperança de vida aumenta e as mulheres estão mais presentes no mercado de trabalho. As tecnologias diminuem a oferta de emprego enquanto a procura aumenta desmesuradamente. Numa fábrica, robôs montam um automóvel sem um único trabalhador. Como afirmou Almeida Santos, qualquer dia um cidadão come um saboroso “bacalhau à Gomes de Sá” sem mexer qualquer dedo para o picado ou ficar com cheiro a cebola e alho. Detalhe: feito no momento. Nada de securas calóricas retiradas das “montras-frigo” nos supermercados.</p>

<p>E se as benesses tecnológicas curam, limpam tempo e mãos, convém não liquefazer o entendimento dos custos sociais. Mudança de era tem como consequência instabilidade. Progredindo os conflitos no país e nos países, os instalados satisfeitos rosnarão:<br />
_ Gente douda.<br />
Pouca sorte! Loucos são eles.</p>

<center> <b> CAFÉ DA MANHÃ </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnetmulher.pt/">Leonor Barros</a> </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnethomem.pt/">João Moreira de Sá</a> </b> </center>]]>

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<title>Sex + Texting = Sexting</title>
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<modified>2009-05-25T00:03:48Z</modified>
<issued>2009-05-25T12:46:37Z</issued>
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<summary type="text/plain"> MatThew Carlton Dizem-no vício adolescente ou juvenil. Explicado pelo caldo hormonal que faz borbulhar pele, espíritos e corpos dos futuros homens e mulheres. Nem sempre. Adultos, aquém e além dos cinquenta, fazem o mesmo. E se mensagens picadas e...</summary>
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<name>Teresa C.</name>

<email>ceubrojo@netcabo.pt</email>
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<![CDATA[<p><img alt="Matthew Carlton x.JPG" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/Matthew Carlton x.JPG" width="550" height="367" /><br />
<i> MatThew Carlton </i></p>

<p><b> <a href="http://www.pnetmulher.pt/">Dizem-no vício adolescente ou juvenil. Explicado pelo caldo hormonal que faz borbulhar pele, espíritos e corpos dos futuros homens e mulheres. Nem sempre. Adultos, aquém e além dos cinquenta, fazem o mesmo. E se mensagens picadas e picantes todos escrevemos com sabor a deliciosa <em>gourmandise</em>, fazê-lo obsessivamente revela estádio perturbado. Ainda mais quando o crescimento de viver anos e anos  é suposto acarretar senso crítico no estar. </p>

<p>“Sexting” _ mensagens condimentadas com jargões sexuais, acompanhadas, quantas vezes, de imagens que exibem, nus, os remetentes. No todo, ou nas partes essenciais, supostas lume destinado à fervura da libido do receptor. </p>

<p>Novo ritual, inconsequente, de passagem da criança ao mundo adulto? Sim e não. O risco de <em>cyberbullying</em> é real. As imagens que a emoção transmite num rápido teclar, terminam disponíveis, com frequência, na internet. Exibida a privacidade e o momento e os corpos aos olhos do mundo. O reenvio das poses lúbricas para outrem e deste para mais é vulgar. Quem sabe caídas sob olhar pedófilo. Talvez o do pai ou da mãe, que os cérebros têm meandros negros, ocultos da família e da sociedade.(...)</a> </b> </p>

<center> <object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mckJ-uYXECQ&hl=pt-br&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/mckJ-uYXECQ&hl=pt-br&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object> </center>

<center> <b> CAFÉ DA MANHÃ </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnetmulher.pt/">Teresa C.</a> </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnethomem.pt/">Mauro Castro</a> </b> </center>]]>

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<title>ORAÇÃO E PERPLEXIDADE</title>
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<modified>2009-05-24T10:52:32Z</modified>
<issued>2009-05-24T10:24:09Z</issued>
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<created>2009-05-24T10:24:09Z</created>
<summary type="text/plain"> Sandra Kuck &quot;Dear God, this year please send clothes for all those poor ladies in Daddy&apos;s computer, Amen.&quot; Alberto Vargas “Ever since we started practicing for the honeymoon, you haven’t mencioned anything more about our getting married!...” CAFÉ DA...</summary>
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<name>Teresa C.</name>

<email>ceubrojo@netcabo.pt</email>
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<![CDATA[<p><img alt="sandrakuck_achildsprayer.JPG" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/sandrakuck_achildsprayer.JPG" width="450" height="357" /><br />
<i> Sandra Kuck </i></p>

<p><b> "Dear God, this year please send clothes for all those poor ladies in Daddy's computer, Amen." </b></p>

<p><img alt="Alberto Vargas ipic.JPG" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/Alberto Vargas ipic.JPG" width="550" height="380" /><br />
<i> Alberto Vargas </i></p>

<p><b> “Ever since we started practicing for the honeymoon, you haven’t mencioned anything more about our getting married!...” </b></p>

<center> <b> CAFÉ DA MANHÃ </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnetmulher.pt/">Marta Botelho</a> </b> </center>]]>

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<title>“FAZER, SENTIR, TER SEXO”</title>
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<modified>2009-05-23T09:57:45Z</modified>
<issued>2009-05-23T10:45:32Z</issued>
<id>tag:sempenisneminveja.weblog.com.pt,2009://917.436171</id>
<created>2009-05-23T10:45:32Z</created>
<summary type="text/plain"> Autor que não foi possível identificar Reflexões belíssimas são publicadas neste blog na forma de comentários que agradeço. Alguns originam debates extremamente motivadores e noutros fundamento crónicas. Hoje, destaco o comentário do António ao texto publicado no PNET Mulher,...</summary>
<author>
<name>Teresa C.</name>

<email>ceubrojo@netcabo.pt</email>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p><img alt="lovers X.jpg" src="http://sempenisneminveja.weblog.com.pt/arquivo/lovers X.jpg" width="550" height="372" /><br />
<i> Autor que não foi possível identificar </i></p>

<p>Reflexões belíssimas são publicadas neste blog na forma de comentários que agradeço. Alguns originam debates extremamente motivadores e noutros fundamento crónicas.</p>

<p>Hoje, destaco o <b> <a href="http://www.pnetmulher.pt/">comentário do António ao texto publicado no PNET Mulher, aqui transcrita parte no dia 11 de Maio:</a> </b>  </p>

<p>"…quanto ao sensaborão das expressões (fazer...? ter? sentir?) que resulta sempre em prejuízo do bom gosto se delas tentamos apreender algum significado, certo é que o redondo exigido pelo recorrente da linguagem (sim, comunicar é tornar comum) deixa claro o sentido pretendido tanto quanto o ponto insuficiente e indelicado a que se chegou quando é preciso falar assim</p>

<p>ou seja, no que toca à terminologia, em seu contexto há sempre cabimento a qualquer das expressões, mas dito (escrito? lido?) assim resulta de péssimo efeito, até à incomodidade como os exemplos de futebol que ilustram tanto discurso, de nada servindo à lógica formal mas cuidando-se vulgar o bastante para entendimento universal<br />
ou, como tenho por certo, porque são pronto socorro de quem não sabe<br />
exprimir-se correctamente, não é capaz de se aproximar do interlocutor ou pura e disfarçadamente nada tem a dizer</p>

<p>assim vão em muito discurso e debate os chavões da sexualidade, frequentemente transbordando além do dizível</p>

<p>e haverá palavras bastantes para exprimir a alteração facial ? dos olhos, o agudizar, o semi-cerrar, o fechar, o ranger, o revolver, o revolucionar, o lacrimejar, o rasar de água, o brilhozinho, o exorbitar, o tremelicar, o pestanejar, o piscar...; das narinas, o ruborescer, o endurecer, o alargar, o tremer, o fechar, o arfar...; e assim por diante, a cada órgão, a cada poro, a cada vaso sanguíneo!</p>

<p>mas quem falou em palavras? há outras formas de expressão no sexo, em forma táctil, gestual, cheiro, sabor, suspiro, gemido, suor, saliva, imagens, sugestões, sussurros intraduzíveis em palavras ou sílabas sequer, já para não falar na magnífica asserção de Marguerite Duras: é preciso gritar no amor – enfim, referia-se a sexo, se é que há diferença, em certas acepções se assemelhando desambiguadamente</p>

<p>e agora o conteúdo: das relações de intimidade se diz que não há programa!</p>

<p>ora, das formas mais subtis e mesmo infantis de sensualidade à sexualidade mais explícita e suas fantasiosas ou mesmo forçadas derivações e parafilias, todo o ser vivo (praticamente, o que basta para a demonstração em efeito) está em permanente estado sexual, pessoal e comunitário, tal a instância estratégica com que as prodigiosas armadilhas da sobrevivência, adaptação, selecção e perpetuação das espécies (da vida, afinal, que as espécies cruzam-se e transmutam-se) apetrecham os indivíduos e os colectivos</p>

<p>mesmo os ciclos do cio e pousio compreendem actividade exacerbada e pausas fundamentais à reconstituição do aparato sexual dos indivíduos, incluindo a reordenação e reorganização sexual mas também a disciplina, protecção e preparação das fases seguintes, intra e inter cíclicas, inclusivamente ao nível da segurança das crias (os cuidados dos pinguins com o ovo, os milhares de km percorridos pelos progenitores, enfim…) e até a morte pode constituir a cédula habilitadora ao sexo paradisíaco que o respectivo titular adquire por martírio ou vida santa (sinónimos?) pelo que se pode afirmar que o alerta é instante, constante e permanente, mesmo para além disso se possível</p>

<p>aliás, a premência é tal que há sexo antes da completa formação dos órgãos sexuais (ninguém nasce totalmente dotado de imediato, apenas possui por norma a caderneta com a pré-programação para os cromos integradores do sistema sexual de cada indivíduo</p>

<p>e há que reconhecer como já comprovada a subsistência de sexo (e de amor, então…!) para além da fase activa do aparelho sexual (aqui já aceito a restrição à espécie humana – e que sei eu?) ou mesmo da sua degeneração, disfunção, perda, eliminação, transexuação (ena;-) ou swap, incluindo aqueles tais rentes dolorentos que mais não seja do susto, safa!</p>

<p>então não será à semana, ao dia, ao minuto, ao segundo sequer, mas passa-se eternamente, em directo e online durante cada <i> spin </i>  do electrão (o fotão terá <i>spin?) </i> em torno de si próprio ou do átomo – e assim por cada micro-segundo-luz do circuito sanguíneo, muscular e nervoso, quando e onde o romance desponte !</p>

<p>agora cortar, cortar é que não é bom nem conceber… <i>d’ont even think  </i></p>

<p>só de pensar vai doer, ai vai !</p>

<center> <b> CAFÉ DA MANHÃ </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnetmulher.pt/">Célia Bernardo</a> </b> </center>

<center> <b> <a href="http://www.pnethomem.pt/">António Eça de Queiroz</a> </b> </center>]]>

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